por obséquio

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Não sei o que passo até me ver refém da situação. Tão  presa as minhas escolhas, talvez mal executadas ou simplesmente difíceis de se interpretar e entender. Tento lhes facilitar, mas cada vez é mais barreiras; barreiras; barreiras.

- "Haja como adulta, com maturidade, de acordo com as escolhas que tu fazes".
- "O meu senhor, estou aqui disposta a gritar a ti que quero-lhe acompanhar, mas antes me diga o que fazes a pensar tantas coisas distorcidas sobre mim..."
- "Espere, eu lhe ditarei as regas desse combate"

Há mas se não queres falar não posso arrancar palavras de tua garganta, tão pouco deduzir ações instáveis do seu eu lírico. Não me faças esperar aqui enlouquecendo de loucuras mal ditas por tua boca maldita, meu senhor lhe imploro, diga-me.

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