Nada mudou.
O ontem é o hoje.
Sou a mesma,
A que se alegra por besteiras.
Se entristece se ama e não é retribuída.
Sonha com a igualdade impossivelmente real.
Tem aquela disritmia comum ao ver a pessoa desejada,
E ao sentir-se acariciada.Saudade de um tempo que nem passou,
Ou daquela frase dita, mas esquecida por alguém.
Ah, como é bom lembrar das brincadeiras de criança.
O vento batendo no rosto ao girar no próprio eixo. Medo do escuro.Medos, eles são os mesmos,
Só muda o cenário.
Subir naquela pedra alta,
Deixar as confusões lá encima ao pular.
O ontem é o hoje e nada poderá muda-lo. Apenas eu.
Há 12 anos

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